Live every day as if it is your last.Learn every day as if you will live forever

Sábado, 31 de Março de 2007

Going Back



Sexta pela manhã em Copenhagem. Frio pouco é bobagem. Neve pouca também. Seguindo as dicas do nosso guia , e campeão Nicolai, fomos à RunderTaarn, uma torre redonda que fica no centro da cidade, para chegar ao topo, sobe-se uma imensa rampa caracol, e lá de cima pode se ter uma vista bem ampla da cidade!



Depois disso, fomos andando até a parte sul da cidade. Tínhamos combinado de encontrar com o Nicolai por lá. Nos atrasamos , obviamente, afinal miguelamos de pagar o Metro facada, e com a desculpa de vermos os monumentos do caminho, fomos andando! Chegamos apenas 9 minutos atrasados, e fomos ver um local que segundo o Nicolai : "Tínhamos que conhecer"!
Tal local se chama Christiania. E realmente quem for a Copenhagem, tem que conhecer. Se me contassem eu não acreditaria que existiria tal lugar por lá. Imagine um daqueles subúrbios de filmes americanos, com casas mal conservadas, pessoas esquentando as mãos com fogo colocado em grandes latas, gente mal encarada e tudo mais... Eu fiquei realmente tenso, era como se eu estivesse no meio de uma favela no Brasil!! E o Nicolai nos orientou a não tirar fotos. Eu obviamente perguntei se não era meio perigoso, e a resposta foi: "Não conheço nenhum lugar em Copenhagem onde eu me sinta mais seguro". Caramba!!!
Pelo que fiquei sabendo, Christiania era uma região em Copenhagem, onde o uso de drogas, era tolerado pela polícia, que mesmo sabendo do que ocorria, não interferia, já que não havia casos de violência , nem nada. Então por lá rolava uma grande feira com artigos para o consumo, assim como vários tipos de erva e tudo mais. Mas de uma hora para outra, a polícia resolveu acabar com a "trégua" que existia, e passou a frequentar o local. Que perdeu muito da sua peculiaridade desde então. Inclusive o dia que estávamos por lá haviam policiais fazendo ronda, e via se o pessoal comentando e reclamando.
O que mais me surpreendeu , não foi a parte das drogas, ou nada assim, que eu já tinha visto em Amsterdam com muito mais intensidade. O que mais me chamou atenção foi o fato de pessoas que poderiam moram em uma cidade que é super bonita, com ótima infra estrutura, ter acesso a educação de nível elevadíssimo e todas as facilidades desse mundo, simplesmente optam por morar em uma comunidade tipo "gueto". Realmente, como diria o poeta: Existem pessoas e pessoas.

Depois disso, paramos em uma padaria que tinha uns doces dinamarqueses com uma cara ótima, cada um pegou um e mandamos ver! Demos mais uma volta por pontos turisticos com nomes complicados, e fomos para um barzinho encontrar com o pessoal da AIESEC em Copenhagem, por lá inclusive estavam outros dois brasileiros. Bebemos uns choppes, e nos divertimos com a mania nacional na Dinamarca, algo que não falta em nenhuma balada ou barzinho focado à estudantes: Pebolas (também conhecido como Pebolim, ou tótó). Eu como um representante da FEM , não podia deixar barato, e formando time com uma Dinamarquesa, destruimos todos os adversários que aparecerem pelo caminho!!

Depois disso fomos à um bar que tinha tequilas shots não muito caros, ficamos por pouco tempo, e voltamos para o Nicolai Castle, arrumamos as malas, consultamos na Internet o nosso itinerário, e depois de 2 horas de sono estávamos levantando, para pegar um trem que nos levaria ao aeroporto, de onde iríamos de volta para casa, de volta à pacata Paris!

Abraços

Sábado, 24 de Março de 2007

Paying back!



Em meados de 2005, me encontro com Wilton Neto, então VPX da Aiesec em Campinas, que me diz: "Arista, tem um Sueco que mora na Dinamarca que está interessado em vir para Campinas! O cara estava fazendo mestrado e trabalha na Accenture. Vamos trazer esse cara!". Na hora me empolguei, afinal, se eu não ficar empolgado com uma coisa que deixa Wilton Neto empolgado, o que vai me motivar nessa vida?
O cidadão Sueco, de mãe finlandesa, se chama Nicolai Lindholm. E as três da manhã nos levantamos em Campinas para ir busca-lo no aeroporto de Guarulhos às 5h00. Vindo direto do frio dinamarquês, ele chegou e já fomos lhe dando um pão de queijo, para ele tomar consciência que o negócio no Brasil é diferente :P

Alguns anos depois, era a minha vez de visitá-lo. Saindo de Estocolmo de ônibus, partimos ao meio dia com previsão de chegada por volta das 23h00, em Estocolmo faziam tranquilos -9°C. E no meio do caminho vimos como foi acertada a decisão de não alugar um carro para esta viagem. No meio do caminho, começou a nevar infinito! O asfalto não se via, era só gelo! Tensão no ar, mas chegamos vivos a Copenhagem! E logo de cara vimos o que nos aguardava: Neve! Muita neve! Para colocarmos o pé foi necessário passar por 15cm de neve antes...
Liguei para o Nicolai, que veio nos buscar vestido como um esquimó. Fomos até a estação central de Copenhagem, e após pagar 17,50 euros por 10 tickets de busão (o que é uma facada, e funciona similarmente ao sistema de stripes de Amsterdã).

Para não morrermos de fome passamos no McDonalds, onde pedi um sanduíche que seria show: Big Tasty Bacon!!! Mas seria, se não fosse os 50 minutos que ficamos congelando no ponto de ônibus, esperando o coletivo que nunca apareceu por causa da nevasca... e meu sanduba, congelou.... E no fim das contas tivemos que ir para casa de Táxi, depois de uma longa procura, me senti como aqueles caras que fazem expedições ao monte Everest (com a diferença que a maior montanha da Dinamarca mal mal passa os 100 metros...), andando com neve na cara e frio nos ossos.
Ao chegar na apê (castelo) do Nicolai, tiramos os sapatos, como é praxe nos locais com muita neve, recebemos um " Welcome to my castle" , esquentei meu Big Tasty, e guardei forças para a quinta feira! Após colocarmos todos nossos esforços engenheiristicos (engineering) para encher um colchão de ar usando um aspirador de pó, fomos dormir tranquilamente, enquanto algumas brejas (cervejas) gelavam na varanda...

No dia seguinte, já cansados de 5 dias quebrando tudo, acordamos as 10 e fomos visitar a cidade, que mesmo embaixo de muito neve é muito bonita. Visitamos alguns parques , que deveriam ser verdes e o Tivoli Center que estava fechado por ser inverno.


Tivemos a sorte de ver a troca de guarda do palácio real, que é algo bem interessante, pois mistura a tradição da bandinha, que usa flautas e tambores e tocam músicas quase folcloricas, com soldados armados com rifles de última geração!!

Neste dia aproveitamos para ir a um restaurante chamado RizRaz (ou algo assim), que serve comida mediterrânea, por 69 Danish Crowns você pode comer à vontade! Depois de quase morrermos por lá, e enrolarmos até nossos que nossos pés ficassem quentes novamente, voltamos para rua e continuamos a passear.

Uma coisa que marcou essa minha viagem é o fato deu não saber praticamente o nome de nada que visitei. Graças aos nomes cheios de "o" com traços no meio, acentos circunflexos ao contrário etc... guardar o nome das coisas era um esforço que eu não queria fazer! Outra coisa interessante na Dinamarca é que em períodos de neve muita gente usa aquelas botas estilo "sete léguas" que talvez sua mãe use para lavar o quintal, ou que talvez você tenha tido na infância, com diferentes estampas e estilos.
A noite fomos em uma festinha, na CBS (Copenhagem Business School). Lá podemos notar mais uma vez que a Escandinávia é o verdadeiro primeiro mundo. A escola perfeita em todos os aspectos, com vários alunos aos arredores do bandex (se é que aquilo pode ser chamado de bandex), todas loiras e bonitas com seus laptops high level, etc... A organização da festa é bem interessante. O pessoal fecha um pedaço da faculdade, monta um bar, uma pista de dança, vende cerveja barata, e aí é bumba meu boi!!! Não foi realmente nada mal...

(Poucas vezes uma foto mostrou tão bem a visão do ser por trás da câmera)
Depois comemos um schwarma, que nada mais é que um primo do Kebab (que nada mais é que um sanduiche que por aqui cumpre a mesma função social do cachorro quente no Brasil!) o velho busão noturno para voltar parar casa e morrer mais uma vez até as 11h00 do dia seguinte... cujo relato vem no próximo post...

Abraços!

Quarta-feira, 14 de Março de 2007

Fcuking freezing!

Continuando.... (se você não leu o post anterior, o faça)

De noite organizamos uma janta na casa do Hugão para comemorar o aniversário do Japa boa praça que mora com ele! Em mais um desses encontros aiesecos, éramos três brasileiros, um japonês, um alemão, um venezuelano, um espanhol, 800 gramas de macarrão, molho de tomate, queijo ralado, um frango assado, um vinho australiano e 4 cervejas locais! Mais do que o suficiente para se divertir!


Após, a deliciosa refeição, e o parabéns em 5 línguas, saímos correndo para procurar um agito na movimentada noite de Tallin. E como ainda não tínhamos nos dado mal na Estônia, era chegada a hora. Por um pequeno descuido nosso, e por restrições de tempo, estávamos em Tallin em plena segunda feira, ou seja, apenas nos, e mais quatro franceses perdidos, estávamos na rua procurando alguma coisa... depois de uma hora andando, e só achando lugares que tinham no máximo 8 pessoas dentro, desistimos, e voltamos para casa, afinal no dia seguinte sairíamos cedo....
Mas como apenas não pegar balada em Tallin não era um desastre tão grande, um maior aconteceu! Graças ao fuso horário,no dia seguinte, acordamos uma hora depois que o programado!! Saímos correndo de casa, pagamos táxi, para ver nosso barco partir para a Finlândia, e nos deixar para trás em uma terra a menos 15°C, e com um Finlandês bêbado e ultra inconveniente....

Alias, uma pequena nota cultural: Segundo a minha amiga Elli Pyykko (moi Elli =]), muitos finlandeses tem problemas com álcool, e vão até a Estônia para comprarem "engradados" de 10 garrafas de vodka por alguns euros! Acho que era o caso do cidadão que estava próximo à nós.
Se pagassemos o próximo barco para Helsinki, perderíamos o nosso barco para Estocolmo, e a sequência de eventos resultaria em um dia menos em Copenhagem, e uma volta frustrada para Paris (Poucas vezes vivi uma situação em que estavam em jogo tantos lugares chics ao mesmo tempo). Depois de correria, ligações para a França, e-mails para Finlândia e tudo mais, acabamos optando por pegar o barco que iria diretamente para Estocolmo, e desta forma aproveitaríamos corretamente Copenhagem, junto à lenda viva chamada Nicolai Lindholm. Em troca, perdemos a chance de conhecer Suomi (Finlândia em finlandês), mas fato que será corrigido quando voltarmos para conhecer a Noruega.

Como não iria ficar no porto ao lado de um finlandês alcoolizado durante as longas sete horas que faltavam para o barco Tallin-Estocolmo, entrei novamente em contato com Hugão, que nos levou em um restaurante ainda mais chic, com garçonetes ainda mais belas, pelos mesmos 50 estonian Krowns, e saindo do porto, encarei de frente e com vento, uma entidade chamada frio!
Talvez alguns de vocês já tenham experimentado o que é estar a menos 15°C com um vento forte vindo em sua direção. Para aqueles que ainda não tiveram essa enriquecedora experiência, deixarei o meu breve relato: para mim que estava bem agasalhado, o corpo e pernas não eram problemas, agora as extremidades... meus pés eu não sentia mais, minha mão eu sentia , sentia como se segurasse constantemente uma pedra de gelo, o meu rosto em 10 segundo já estava queimando, e naquele exato momento entendi o porque de toda a barba dos vikings.

Ao chegar ao local aquecido mais próximo,eu coloca os dedos no rosto e sentia formigar. Realmente é um pouco desconfortável ficar em uma temperatura duas vezes mais baixa que a do refrigerador...
Portanto , após todos estes contratempos, peguei o barco novamente para voltar para Estocolmo, novamente foi bem divertido, com direito a conhecer um estoniano colocador de azulejos que ao ver meninas fumando soltou a seguinte frase: "essas aí não são estonianas. As estonianas não fumam, só bebem e cheiram"!

Dessa vez mais espertos, não perdemos o horário do free shop, pude comprar várias quinquilharias, como um pequeno viking de cinco centímetros, algumas "mini bebidas", e algumas de verdade! Naquele dia foram muitas piadas para uma pessoa só! Mas essas ficam só para quem esteve por lá!


abraços!




Quinta-feira, 8 de Março de 2007

-15, feels like -25

Como o Post ficou gigante ele será dividido em duas partes, e a primeira está logo abaixo!

Referencial: "é um sistema de coordenadas utilizado para se medir e registrar as grandezas físicas, como por exemplo posição, velocidade, aceleração, campos eletromagnéticos ou gravitacionais etc. Cada observador deve a priori escolher um referêncial para que se possa realizar suas medidas ou formular suas teorias."
Sensação Térmica: No Inverno é mais útil conhecer a sensação térmica que saber unicamente o valor da temperatura do ar, porque a Sensação Térmica é a temperatura que realmente sente a nossa pele, quando se expõe ao vento. Conhecendo o valor da Sensação Térmica podemos determinar melhor o tipo de agasalho que devemos usar.
Tendo o conceito acima bem fixado, eu pergunto: 10 graus é frio? Até o ano passado eu responderia com toda certeza que sim, mas esse ano eu confesso que considero temperaturas com dois dígitos (positivos) agradáveis. E -1 é frio? Eu diria que sim, é relativamente frio, as pessoas começam a evitar de ficar nas ruas, as poças de água se transformam em gelo, etc...

Depois de conhecermos Estocolmo, iriamos pegar um barco para Tallin, capital da Estônia. A Estônia é um daqueles três países que ficam lá no cantinho da Europa ao lado do mar báltico, da qual ninguém nunca lembra o nome (os outros dois são a Letônia e a Lituânia). Para nos programar para a viagem olhamos a previsão do tempo, e como resposta obtivemos:

Tallinn, Estonia: -15°C, Feels like -25°C

Neste momento me lembrei de como achava uuuuultra frio quando fazi 15 graus em Campinas! Agora eu estava prestes à a multiplicar essa temperatura por menos 1!
O barco, que havia vindo de Tallin, tinha o convés coberto de neve, mas até aí nenhuma novidade, tendo em vista que neve também havia por toda parte em Estocolmo, para aqueles que um dia forem visitar a Europa do Norte, este é um passeio que eu recomendo fortemente. Por algo em torno de 45 euros (pagos em Coroas Suécas), você leva: Meio de Transporte entre dois países, uma noite de acomodação, e ainda tem a balada! De quebra você ainda pode adquirir itens no freeshop! O barco é diversão na certa! Duas das melhores companhias são: Tallink e Viking Lines.

A dica do dia é: confira bem seus horários, pois de Estocolmo para Tallin há uma decalagem de uma hora, o que pode fazer você perder o horário do freeshop, e acabar não comprando o que você gostaria! Aconteceu comigo? Claro! Afinal, nesta viagem poucas foram as coisas que não deram errado! Mas mesmo assim a noite em companhia de Túlio Gomes foi hilária, alguns momentos como o "UK Man , extremely hard Dancer" arrastando uma estôniana bebada no meio da pista de dança, a loirinha mais louca que o batman que escorregou e virou o copo com toda seu drink no cabelo, e o Loser que tentou todas as meninas da balada e no final terminou com uma garrifinha de água na mão, entre outras, garantiram ótimas risadas!
Chegando em Tallin, a primeira impressão foi ótima, no porto alguns comerciais dando boas vindas em inglês e mostrando pessoas felizes e todo o poder do marketing sendo usado para atrair cada vez mais turistas.

Tinha chegado o momento que tanto esperavamos, sentir na pele um -8°C só para ver como era... e confesso que no começo não foi tão ruim como eu espera! Óbviamente é ultra frio, mas ainda é vivivel! Neste momento, indo por partes, minhas vestimentas eram: Duas meias, e uma sapatilha de couro; uma cueca, duas ciroulas, e uma calça jeans; uma camiseta, um coletinho do vovô", um "polar", uma malha de lã e meu agasalho "michelin"; luvas, cachecol e gorro. Acho que se subisse em uma balança naquele momento, seria o meu maior peso ever, ainda mais se contar com os 12 kilos de mochila!
O meu contato por lá era um trainne da AIESEC em Brasilia, que morava em Tallin desde outubro. Hugão desde o começo se mostrou bem disposto a nos receber e nos ajudar com o que fosse preciso. Portanto, saíndo do porto fomos direto para um pequeno shopping da região e entramos em contato com ele. Marcamos um ponto para nos encontrarmos, deixamos nossas mochilas com ele e fomos conhecer um pouco do centro histórico da cidade. A primeira coisa que nos chama atenção em Tallin é que todos os rumores são verdadeiros. Como disse o meu amigo William Respondovesk: "Em Tallin ninguém briga por mulheres,pois todo mundo ficaria satisfeito em casar com a mais feia". Nas lojas não dá para acreditar que as vendedoras não são modelos ou simplesmente não ganham dinheiros com a sua beleza.
Ao chegar na Europa Oriental logo se vê que todo o glamour e riquesa ficaram para o ocidente. Os bondes e os ônibus que circulam estão mais para Brasil que para França, nas ruas as lojas se concentram em duas principais mercadorias: ALKOHOL e TUBAKAS (alcool e tabaco)! Além disso a maioria das pessoas com mais de 50 anos tem cara daqueles tiozões e tiazonas dos filmes soviéticos.
Nos encaminhamos para a cidade medieval, com pouco tempo antes de voltarmos para almoçar com o Hugo, fomos somente até a praça principal e voltamos. Muito legal como ainda existem vários prédios medievais que foram com o tempo se misturando com construções um pouco mais modernas. Olhando-se para cima é possível se ver várias torres de igrejas ou monumentos, o que dá um charme especial para a cidade.

Após esse pequeno tour, voltamos a nos encontrar com nosso anfitrião, e como um bom "local" conhecia um lugar perfeito para almoçarmos! O sistema dos restaurantes é bem peculiar: você entra, vai até o balcão, é atentido por uma modelo, pede o que você quer beber e comer, paga, vai até a sua mesa com um númerozinho e espera o seu prato chegar.
Em 10 minutos eu já estava comendo uma das melhores refeições do ponto de vista custo benefício que eu já tive na europa. Por 50 Estonian Crowns (Eesti Kronni ou algo próximo disso) comemos uma salada com uma espécie de panqueca recheada de bacon e queijo com um molho, que apesar de gelado, estava uma delicia! Realmente, mas uma vez a Estônia mostrou sua similaridade com o Brasil.
Mas acho que as semelhanças ficaram por aí. Após o almoço, em uma breve caminhada vi coisas que acho que talvez não veja tão cedo novamente, como uma mãe com um carrinho de bebe no meio da neve, e uma praia congelada. Com direito a patos (daqueles de cabeça verde!!!) no gelo!
No resto do dia passiei por mais locais turisticos da cidade, não tirei muitas fotos por que estava ficando sem bateria, tentei comprar um Patch pra minha mochila, mas ele custava 10 euros, então eu deixei para a próxima.

Continua....

Abraços